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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Bom dia
Bom dia, concluímos parte teorica sobre a Cor, Imagem. As próximas publicações no blogue vão ser referentes aos trabalhos práticos feitos na aula que depois partilharemos convosco aqui no blogue, com a informação também de como e de que modo estes foram feitos. Vamos começar nas próximas aulas a trabalhar no CorelDraw, por isso esperem pelos nossos trabalhos. :D
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Modelo de cor YUV
Os modelos anteriores apresentam objectivos específicos,
como, por exemplo:
• o modelo RGB permite exibir imagens de cor em monitores;
• o modelo CMYK é utilizado na impressão;
• o modelo HSV é utilizado na mistura de cores do ponto de
vista artístico.
Contudo, nenhum destes modelos tem em conta uma propriedade
da visão humana. Esta é mais sensível às mudanças de intensidade da luz
(luminância) do que da cor (crominância). O modelo YUV tem em conta esta
característica.
O modelo YUV foi criado a par do desenvolvimento da
transmissão de sinais de cor de televisão.
Este modelo baseado na luminância permite transmitir
componentes de cor em menos tempo do que seria necessário se fosse utilizado o
modelo RGB. Ao mesmo tempo, o modelo YUV permite transmitir imagens a preto e
branco e imagens de cor de forma independente.
Aplicações:
O modelo YUV é adequado às televisões a cores, porque
permite enviar a informação da cor separada da informação de luminância. Assim,
os sinais de televisão a preto e branco e de televisão a cores são facilmente
separados. O modelo YUV é também adequado para sinais de vídeo.
Este modelo permite uma boa compressão dos dados, porque
alguma informação de crominância pode ser retirada sem implicar grandes perdas
na qualidade da imagem, pois a visão humana é menos sensível à crominância do
que à luminância.
O modelo YUV é utilizado pelos sistemas de televisão europeu
PAL e francês SECAM e na compressão dos formatos JPEG/MPEG. No sistema de
televisão americano e asiático NTSC é utilizado um modelo de cor equivalente
designado YIQ.
Modelo de cor HSV
O modelo HSV é definido pelas grandezas tonalidade de (Hue),
saturação (Saturation) e valor (Value), onde este último representa a
luminosidade ou o brilho de uma cor (figura).

A tonalidade ou matiz (Hue) é a cor pura com saturação e
luminosidade máximas, por exemplo, amarelo, laranja, verde, azul, etc. A
tonalidade permite fazer a distinção das várias cores puras e exprime-se num
valor angular entre 0 e 360 graus . Por exemplo, o valor 0 ou 360
graus corresponde ao vermelho.
A saturação(saturation) indica a maior ou menor intensidade
da tonalidade, isto é, se a cor é pura ou esbatida (cinzenta). Uma cor saturada
ou pura não contém a cor preta nem a branca. A saturação é utilizada para
descrever quão viva ou pura é a cor e em termos técnicos descreve a quantidade
de cinzas numa cor. Exprime-se num valor percentual entre 0 e 100%. O valor 0%
indica a inexistência de cor ou a aproximação aos cinzentos e o valor 100%
indica uma cor saturada ou pura.
O valor (value) traduz a luminosidade ou o brilho de uma
cor, isto é, se uma cor é mais clara ou mais escura, indicando a quantidade de
luz que a mesma contém. O termo luminosidade está relacionado com a luz
reflectida, enquanto que o termo brilho está relacionado com a luz emitida. Em
termos técnicos, esta grandeza indica a quantidade de preto associado à cor e
exprime-se num valor percentual entre 0 e 100%. O valor 0% indica que a cor é
muito escura ou preta e o valor 100% indica que é saturada ou pura.
Por último, pode-se concluir que a tonalidade e a saturação
são elementos de crominância, pois fornecem informação relativa à cor. Por
outro lado, a percepção da luminosidade (luz reflectida) e do brilho (luz
emitida) são elementos de luminância.
Aplicações:
O modelo HSV baseia-se na percepção humana da cor do ponto
de vista dos artistas plásticos. Isto é, os artistas plásticos para obterem as
várias cores das suas pinturas combinam a tonalidade com elementos de brilho e
saturação. Desta forma, o modelo HSV é mais intuitivo de utilizar do que o
modelo RGB. Do ponto de vista de um artista plástico, é mais fácil manusear as
cores em função de tons e sombras do que apenas como combinações de vermelho,
verde e azul.
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Modelo de Cor CMYK
CMYK
O modelo CMYK é um modelo constituído a partir do modelo CMY
em que foi acrescentada a cor preta (blacK). O modelo CMY é um modelo
subtractivo, descrevendo as cores como uma combinação das três cores primárias
ciano (Cyan), magenta (Magenta) e amarelo(Yellow).
A cor preta foi adicionada ao modelo por ser mais fácil a
sua obtenção quando impressa em papel do que recorrendo à mistura de cores.
O modelo CMY baseia-se na forma como a Natureza cria as suas
cores quando reflecte parte do espectro de luz e absorve outros. Por isso, é
considerado um modelo subtractivo, porque as cores são criadas pela redução de
outras à luz que incide na superfície de um objecto.
A observação dos cubos de cor das figuras mostram que as
cores primárias do modelo CMY são as cores secundárias do RGB e as cores
primárias de RGB são as cores secundárias de CMY.
Aplicações:
O modelo CMYK é utilizado na impressão em papel, empregando
as cores do modelo CMY e a tinta preta (K) para realçar melhor os tons de preto
e cinza. A impressão, utilizando o modelo CMYK, assenta na sobreposição de
camadas de tintas de ciano, magenta, amarelo e preto. Desta forma, as áreas em
branco indicam inexistência de tinta ou pigmentos e as áreas escuras indicam
uma concentração de tinta.
Este modelo utiliza-se em impressoras, fotocopiadoras,
pintura e fotografia, onde os pigmentos de cor das superfícies dos objectos
absorvem certas cores e reflectem outras.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Cor
Conceito
Visão escotópica/visão fotópica
A cor é uma sensação produzida pelos raios luminosos nos órgãos visuais e que é interpretada no cérebro. Trata-se de um fenómeno físico-químico em que cada cor depende do comprimento de onda.
Os corpos iluminados absorvem parte das ondas electromagnéticas e reflectem as restantes. Essas ondas reflectidas são captadas pelo olho e, dependendo do comprimento de onda, são interpretadas pelo cérebro. Em condições de pouca luz, o ser humano apenas consegue ver a preto e branco.
A cor branca, neste sentido, é o resultado da sobreposição de todos as cores. A cor preta, em contrapartida, é o contrário e define-se como sendo a ausência de cor. Convém destacar que se conhece como cores primárias aquelas que não se conseguem obter a partir da mistura de outras cores.
Forma como é feita a Interpretação das cores pelo cérebro humano
A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois
de a luz atravessar a íris e ser projectada na retina. Desta forma, os olhos
são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica.
Feita então esta projecção o cérebro terá que processar o que observou.
Visão escotópica/visão fotópica
A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois
de a luz atravessar a íris e ser projectada na retina. Assim, os olhos são os
sensores de toda a visão podendo ser do tipo escotópica e fotópica.
A visão escotópica é assegurada por um único tipo de
bastonetes existentes na retina. Estes são sensíveis ao brilho e não detectam a
cor, são sensíveis a alterações da luminosidade mas não aos comprimentos de
onda da luz visível.
A visão fotópica é assegurada por um conjunto de três tipos
diferentes de cones existentes na retina. Estes são sensíveis à cor e,
portanto, aos comprimentos de onda da luz visível. O número de cones da retina
distribuem-se da seguinte forma: 64% são do tipo vermelho (Red), 32% do tipo
verde (Green) e 2% do tipo azul (Blue).
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